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O sistema educacional japonês pode parecer muito complexo, embora nos aspectos mais básicos apresente muitas semelhanças com o que possa existir em seu país de origem. A educação superior no Japão começa após doze anos de formação acadêmica: seis anos de Ensino Fundamental I, três anos de Ensino Fundamental II e três anos de Ensino Médio.
A educação é obrigatória apenas durante os nove anos de Ensino Fundamental, mas 97% dos alunos continua seus estudos no Ensino Médio. A razão principal é que a sociedade japonesa baseia-se na "titulocracia", quer dizer, que a posse de um determinado título é fundamental para ocupar certa posição social. Em geral, os alunos têm que passar por vários exames para ter acesso aos colégios e às universidades.
Os alunos que completam o Ensino Médio podem optar por quatro tipos de instituições de ensino superior, em que podem ingressar estudantes estrangeiros, e que de acordo com sua administração podem ser divididos em: nacionais, públicos locais e particulares.
Se você decidir ir estudar no Japão, a primeira coisa a ter em conta é o grau da formação que você deseja adquirir, em função dos estudos que já tiver cursado em seu país. Existem duas opções: os cursos universitários ou de pós-graduação.
Os processos de admissão diferem de uma instituição para outra. Se você não souber muito bem que estudos escolher, clique no seguinte link que oferece algumas dicas para tomar a decisão. Além dos requisitos habituais, os estudantes estrangeiros estão sujeitos à realização de determinados tipos de exames ou provas que comprovem seus conhecimentos.
O calendário acadêmico no Japão marca os processos de solicitação de admissão e a incorporação de novos alunos. Geralmente, o período letivo começa em abril e dura até março do ano seguinte.