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Encontro de Reitores Universia
Por Larissa Leiros Baroni, de Brasília (DF)
O primeiro dia do II Encontro de Reitores Universia chegou ao fim. Logo após a apresentação de personalidades nacionais e internacionais, a presidente do Faubai (Fórum de Assessorias das Universidades Brasileiras para Assuntos Internacionais), Luciane Stallivieri, fez uma avaliação dos resultados obtidos durante essa primeira fase. "Todos os participantes, com certeza, saíram daqui, hoje, com muito mais informações a respeito da internacionalização do Ensino Superior", confessa.
A professora resumir tudo o que foi apontado pelos palestrantes e participantes em dez mandamentos da internacionalização do Ensino Superior:
1º Estar presente na vida da instituição. "Não pode mais ser encarada como um luxo e, sim, como uma resposta ao fenômeno da globalização", orienta Luciane.
2º Ser encarada como uma ferramenta estratégica para a busca de excelência institucional. "Vale lembrar que um dos critérios de seleção dos estudantes brasileiros na busca das suas universidades é a questão da mobilidade", alerta.
3º Fazer parte da estratégia de desenvolvimento, com plano de metas e ações definidas.
4º Ter um orçamento próprio.
5º Ser transversal, ou seja, incluir ações de cooperação internacional no ensino, pesquisa e extensão. "Ser uma universidade internacionalizada não significa apenas oferecer oportunidades institucional. É preciso muito mais do que isso", diz a presidente do Faubai.
6º Envolver diferentes atores de diferentes instituições, do governo ou da iniciativa privada.
7º Estar baseada nos modelos de cooperação bilateral, multilateral, consórcio ou rede.
8º Priorizar a escolha de parceiros adequados para o bom desenvolvimento da cooperação internacional. "O ideal é pensar na aproximação lingüística, geográfica ou temática para facilitar a adequação dos participantes", alerta.
9º Dispor da infra-estrutura adequada, bem como investir na formação de recursos humanos para a realização das ações de cooperação internacional.
10º Possuir mecanismos de avaliação e de acompanhamento das ações.
Esses passos, segundo a professora Luciane Stallivieri, são fundamentais para a implementação de um processo de internacionalização eficiente e de qualidade. "Esse é momento das universidades colocarem a mão na massa. Não podemos perder tempo", conclui.
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