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Estadual 2005: vestibular tem menor índice de faltas em 5 anos
A primeira bateria dos exames discursivos do Vestibular Estadual 2005, realizada ontem de manhã - 28/11, teve o menor índice de faltosos dos últimos cinco anos: 3,87%. Dos 34.254 inscritos, que disputam 5.822 vagas, só 1.325 não prestaram o exame. Além da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), participam do Estadual as academias da Polícia Militar e dos Bombeiros. Não foi registrado qualquer atendimento médico nos 35 locais de provas.
Os candidatos tiveram quatro horas para responder questões discursivas de português e de uma disciplina específica, de acordo com o curso em que o vestibulando está inscrito, além de fazer uma redação. Na prova para a Uerj, o teste foi de física ou história, conforme a carreira. A próxima bateria de provas acontece em 19 de dezembro. Para Ricardo Pacheco, diretor do departamento de seleção acadêmica da instituição, este vestibular foi marcado pela concorrência acirrada, já que a maioria dos candidatos deixou para entregar a prova nos últimos minutos. - Apesar de extensa e abrangente, os candidatos acreditaram que tinham condições de fazer todas as questões da prova. Eles lutaram muito - destacou Pacheco, acrescentando que não houve incidentes e que o exame, iniciado pontualmente às 9h, transcorreu tranqüilamente. Tema da redação foi a melhor fase da vida A coordenadora acadêmica do Vestibular Estadual, Elizabeth Murad, disse que de um modo geral a avaliação permitiu aos candidatos mostrar todo o conhecimento adquirido: - A prova permitiu saber o quanto o candidato conhece do assunto, sem priorizar a memorização. A avaliação abrangeu os conteúdos essenciais para o ingresso na universidade. A redação exigiu do candidato uma argumentação sobre a melhor fase da vida e qual a mais difícil de ser vivida. - Todos os textos da prova de português se apoiaram nesse tema, a passagem do tempo nas diversas etapas da vida. O objetivo era saber como o candidato lida com sua língua - explicou Elizabeth. Uma das primeiras candidatas a terminar a prova, Thaís Valente resolveu as questões em menos de duas horas. Ela, que tenta uma vaga no curso de Administração, considerou o teste de português fácil. - A prova de história estava um pouco mais difícil. Faltou estudar um pouco mais - reconheceu a estudante. Apesar de entregar a prova a 40 minutos do término do prazo, Caio Santos Mattos, que disputa uma vaga em Direito, foi o primeiro a sair da sala. - A de português estava compreensível, mas a de história era muito extensa e cheia de datas - disse o candidato. www.oglobo.com.br/rio Fonte: O Globo [O Globo ] |
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