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Diretores atacam posição do Conselho de Medicina
Nas direções das faculdades, o anúncio do Cremerj causou surpresa. O diretor do curso de Ciência Biológica e da Saúde da Universidade Iguaçu (Unig), Carlos Henrique Melo Reis, explicou que os três conceitos E dados pelo MEC para a faculdade não impedirão o recredenciamento. "O protocolo de intenções que assinamos será cumprido.
Fizemos as mudanças necessárias, e nossos 40 formandos receberão o diploma", acredita Melo. Ele não deixou de alfinetar o MEC: "Os resultados das avaliações são maquiados. Todos perseguem as faculdades particulares. O mau resultado das universidades públicas, ninguém divulga". O diretor da Estácio de Sá, Marcelo Campos, explicou que a faculdade não poderia ter sido avaliada pelo MEC antes. "Como essa é nossa primeira turma, só agora completamos nosso quadro de professores. Somos uma instituição tradicional. Nosso curso será aprovado, não há o que temer", afirmou. Os alunos da Estácio, aparentemente, concordam. Para Rômulo Ostmann, 21 anos, estudante do 5º período de Medicina, o credenciamento pelo MEC é apenas questão de tempo. "Começamos a ser respeitados no mercado", disse. Paula de Carvalho Mesquita, 18 anos, do 3º período, não está preocupada. "Sabemos que o curso não é reconhecido, mas isso não assusta, porque o ensino é de qualidade". Já o diretor da faculdade de Medicina da Unigranrio, Francisco Barbosa, alegou que o processo de avaliação da faculdade será em agosto. "As pessoas lançam essas informações como se estivéssemos cometendo algo errado. Já avisamos ao Cremerj que estamos aguardando o reconhecimento, não tem porquê essa polêmica", garantiu Barbosa. Fonte: O Dia [O Dia] |
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