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21L.435 Shakespeare, Filme e Mídia, Outono 2002


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Destaques deste
curso
"Shakespeare, Filme e Mídia" apresenta uma lista
de filmes e leituras destinados a fornecer um guia de referências , selecionadas
e comentadas, sobre as publicações mais importantes no campo de Shakespeare.
O curso enfoca a análise do "texto fílmico"(seqüências específicas nos filmes),
auxiliada por vídeo-teipe, DVD, e pelo "Shakespeare Electronic Archive (http://shea.mit.edu).
As ferramentas de software para o comentário dos vídeos foram desenvolvidas
pelo Projeto Shakespeare do MIT, sob a
MIT-Microsoft iCampus Initiative.
Descrição do curso
Os filmes de Shakespeare começaram em 1899, com Sir Herbert Beerbohm Tree representando
a cena da morte em King John para a câmera. Sarah Bernhardt, que havia encenado
Hamlet várias vezes em sua longa carreira, filmou a cena do duelo para a Exposição
de Paris de 1900. Na era do filme mudo (1895-1929), várias centenas de filmes
de Shakespeare foram feitos na Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos.
Mesmo sem a palavra falada, Shakespeare foi popular no novo meio. O primeiro
meio século de som teve muitos dos filmes mais considerados de Shakespeare,
entre eles, Hamlet e Henrique V de Laurence Olivier, Otelo e Chimes at Midnight
de Orson Welles, Throne of Blood (Trono de Sangue) de Kurosawa, Macbeth de Polanski
e Romeu e Julieta de Zeffirelli. Estamos, atualmente, no meio de um período
extremamente rico e variado para Shakespeare no cinema, que come!ou com o lan!amento
de Henrique V de Kenneth Branagh em 1989 e inclui filmes como Ricardo III de
Richard Loncraine, Tito de Julie Taymor, os filmes sobre Hamlet de Zeffirelli
e Almereyda, William Shakespeare`s Romeo + Juliet (Romeu+Julieta de William
Shakespeare) de Baz Luhrmann e Shakespeare in Love (Shakespeare Apaixonado).
O fenômeno de Shakespeare em filmes levanta muitas questäes sobre estudos literários
e de mídia, acerca de adaptação, autoria, a posição dos textos "clássicos" e
suas formas variantes, o papel de Shakespeare na cultura popular e juvenil,
bem como a transição do manuscrito, livro e palco para o meio moderno do filme
e suas formas recentes moduladas digitalmente.
A maior parte de nosso trabalho envolver análise individual e em grupo do "texto
fílmico", ou seja, de sequências específicas nos filmes, auxiliada por vídeo-teipe,
DVD, o Shakespeare Electronic Archive (http://shea.mit.edu),
e algumas das ferramentas de software para comentário de vídeo desenvolvidas
pelo Projeto Shakespeare do MIT sob a
MIT-Microsoft iCampus Initiative.
Estudaremos os filmes como obra de arte por seus próprios méritos e tentaremos
entender os meios - literários, dram ticos, representativos, cinematográficos
- pelos quais atraem as platéias e criam significado. Tomando como exemplo o
filme de Shakespeare, discutiremos como as histórias atravessam o tempo, a cultura
e a mídia e refletiremos sobre os benefícios assim como sobre as limitações
de tal migração.
A aula ser conduzida como uma discussão estruturada, pontuada por apresentações
feitas pelos alunos e "minipalestras" dadas pelo professor. Os alunos introduzirão
discussões, prepararão clipes e exemplos, e o trabalho "escrito" principal ter
a forma de apresentações para a classe e comentários em multimídia, bem como
ensaios curtos convencionais.
A linha metodológica da aula é a "leitura" detalhada tanto do texto como do
filme. Esta é uma aula na qual seus insights formarão uma parte importante do
trabalho e serão a base de uma grande parte da discussão em classe. Você precisar
ler cuidadosamente, assistir aos filmes e ouvi-los cuidadosamente, e desenvolver
modos eficazes de transmitir suas idéias para a classe.
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