Ir diretamente para o conteúdo
Publicidade
Publicidade
Brasil :: Página inicial >
Terça-feira :: 09 / 02 / 2010
SERVIÇOS ::
Dentro do Campus |
Incubada da Unicamp cria software para impressão digital
Software desenvolvido pela Griaule Reconhecimento de Impress§es Digitais, empresa abrigada na Incubadora de Empresas de Base Tecnol¾gica da Unicamp (Incamp), acaba de ser certificado pelo Federal Bureau of Investigation (FBI), a polÝcia federal dos Estados Unidos. Oficialmente, o documento abre a perspectiva para que a tecnologia seja adquirida pelo governo norte-americano. Na prßtica, porÚm, o programa de computador obtÚm a aprovaþÒo de um dos mais importantes organismos de seguranþa p·blica do mundo, o que facilita a sua entrada no mercado internacional. De acordo com Iron Daher, proprietßrio da Griaule, o certificado conferido pelo FBI Ú um reconhecimento Ó eficiÛncia do software. A idÚia de submeter a tecnologia Ó aprovaþÒo da polÝcia federal norte-americana surgiu em fevereiro passado, quando a empresa participou do "I Brazil Technology Day", evento promovido em Washington pela Secretaria da CiÛncia, Tecnologia e Desenvolvimento Econ¶mico e Turismo do Estado de SÒo Paulo (SCTDET) e Instituto de Pesquisas Tecnol¾gicas do Estado de SÒo Paulo (IPT). "N¾s voltamos tÒo empolgados com a repercussÒo da mostra, que decidimos enviar os dados necessßrios para a certificaþÒo do FBI", explica Daher. O software, conforme o empresßrio, tem vßrias aplicaþ§es, mas a principal delas estß na ßrea de seguranþa p·blica. O programa Ú capaz de promover a identificaþÒo de uma impressÒo digital a partir de um banco de dados, como os mantidos pelas secretarias de Seguranþa P·blica. Recentemente, lembra Daher, a PolÝcia Federal brasileira adquiriu tecnologia semelhante, mas desenvolvida na Franþa. Foram investidos US$ 39 milh§es no programa, que operarß junto a um banco com 5 milh§es de pessoas cadastradas. Se tivesse optado pelo produto da Griaule, assegura o empresßrio, a PF poderia ter economizado um bom dinheiro, sem que houvesse perda de qualidade. "As tecnologias nÒo tÛm diferenþas notßveis entre si em qualidade", afirma. No caso de um banco de dados como o da Secretaria de Seguranþa P·blica de SÒo Paulo, formado pelas impress§es digitais de aproximadamente 30 milh§es de pessoas, a economia pode ser ainda maior, na faixa de algumas dezenas de milh§es de d¾lares, caso o investimento seja feito no software nacional. Isso sem falar no ganho de tempo, pois a identificaþÒo por meio da tecnologia Ú feita automaticamente, em questÒo de segundos. Atualmente, o processo Ú muito demorado, jß que Ú realizado de forma manual. "O MinistÚrio da Justiþa aprovou recentemente uma verba de R$ 700 milh§es para a modernizaþÒo das polÝcias brasileiras. N¾s acreditamos que, em razÒo disso, o maior mercado para o nosso produto seja mesmo o da seguranþa p·blica, pelo menos pelos pr¾ximos cinco anos", analisa Daher. A software desenvolvido pela Griaule jß Ú utilizado pela Secretaria de Seguranþa P·blica do Tocantins, com excelentes resultados, segundo o empresßrio. Lß, o banco de dados conta com cerca de 1 milhÒo de impress§es digitais cadastradas. "Atualmente, todas as cÚdulas de identidade confeccionadas pelo Estado passam pelo nosso sistema", relata Daher. A tecnologia tem, ainda, outras aplicaþ§es. Uma delas Ú o controle de acesso e ponto de empresas privadas e repartiþ§es p·blicas. O sistema, garante Daher, apresenta uma sÚrie de vantagens sobre os modelos convencionais. Estes, afirma, fazem apenas a verificaþÒo dos sinais. Atualmente, quando uma pessoa chega em seu local de trabalho, ela Ú obrigada a digitar uma senha antes de colocar o dedo indicador direito diante de um sensor. Somente depois dos dois procedimentos Ú que o trabalhador tem a entrada permitida e o ponto, registrado. O sistema da Griaule, afirma Daher, dispensa a senha. "Assim que a pessoa coloca o dedo no coletor, o equipamento identifica imediatamente a quem pertence aquela impressÒo digital e mostra no display o nome dela e o n·mero da sua matrÝcula. Paralelamente, o sistema libera o acesso e marca o ponto", explica. O tempo gasto, nesse caso, Ú trÛs vezes menor, o que evita filas nos horßrios de entrada e saÝda do trabalho. Fonte: UNICAMP |
|
||||||
Links patrocinados