Publicidade

Publicidade

Brasil :: Página inicial >

Quarta-feira :: 10 / 03 / 2010

SERVIÇOS ::

Clipping

 
Altere o tamanho
da letra:


 Enviar
 por e-mail

 Versão para
 impressão
Leia outras matérias do Clipping de hoje
30/05/2006


Conheça o curso: Estudos Diplomáticos


Mariana Fonseca

O mundo está cada vez menor e as relações entre governos, empresas e entidades internacionais são cada vez mais freqüentes. Por isso, profissionais capacitados, que compreendam as dinâmicas dessas relações, são sempre muito bem-vindos ao mercado. Entender a política internacional, questões do direito em uma sociedade globalizada e os conflitos mundiais não são habilidades exigidas apenas dos diplomatas. Elas também são necessárias em vários níveis do setor público, de empresas privadas e organizações não-governamentais (ONGs).

Buscando capacitar profissionais para atuarem nesse mercado, as Faculdades Milton Campos e o Centro de Direito Internacional (Cedin) iniciaram este mês as aulas do curso de especialização em estudos diplomáticos.

De acordo com o coordenador do curso, Leandro Rangel, a diplomacia é a arte de lidar com o diferente, que pode ser usada para múltiplas finalidades. "Primeiro, vamos preparar os estudantes que quiserem fazer a prova de admissão para a carreira de diplomata do Instituto Rio Branco", explica. "Outro objetivo é preparar profissionais para entenderem e trabalhar com o sistema internacional, seja na economia, na política ou no direito. A meta é que o aluno tenha uma visão ampla para atuar nos setores público e privado."

O coordenador explica que todas as prefeituras, por exemplo, têm secretarias de Relações Internacionais, onde pessoas com essa qualificação podem ser contratadas. "O mesmo acontece com os governos estaduais, que têm que lidar com fundações internacionais e fazer convênios com empresas estrangeiras."

No caso de organizações privadas, a especialização pode ajudar profissionais como advogados e economistas, que lidam com questões relacionadas à conjuntura internacional: "O especialista na área é necessário até nas ONGs que precisam se conveniar com fundações internacionais e em pequenos grupos exportadores que necessitam de conhecimentos de geopolítica".

SELEÇÃO

Exigindo apenas graduação em qualquer área, a especialização tem duração de um ano, com carga horária de 460 horas/aula. "Vale lembrar que o estudo é intenso e, dependendo da área de formação, o estudante terá que se dedicar um pouco mais em algumas matérias, como economia, que é bastante complicada para quem nunca teve contado com o assunto", ressalta Rangel. "Nessa primeira turma, temos graduados em áreas distintas, como relações internacionais, direito, economia, arquitetura, engenharia e até medicina." O processo de seleção inclui análise de currículo e do histórico escolar: "Não exigimos nenhum domínio de língua estrangeira na seleção, mas boa parte dos textos estudados na especialização são em inglês e em espanhol".

Entre as matérias ministradas estão direito internacional, economia brasileira, economia internacional, microeconomia, história do Brasil, história mundial, geografia, sistema internacional, filosofia, política externa, política internacional, geopolítica de conflitos, literatura e português. As aulas são divididas em quatro módulos, com provas no fim de cada etapa, e a produção de uma monografia para a conclusão do curso.

Serviço

Centro de Direito Internacional
www.cedin.com.br
(31) 3223-3058

[O Estado de Minas]




 
  Links
Patrocinados

Links patrocinados